PROF HEITOR NEY RECOMENDA:

O prof. Heitor, do curso de ADM UNISUAM, recomenda esta leitura:

"Para que não conhece Mike Davis é economista e um intelectual
instigante, o livro Planta Favela percorre habitações sub-normais em todos os
continentes, inclusive a foto da capa é na Rocinha, aliás acho que aquela foto
merecia um prêmio.
Nesta matéria ele analisa a ocupação de Wall Street e faz análises
políticas sobre a importância e os rumos do movimento "

"Chega de chiclete: texto de Mike Davis sobre o movimento Occupy Wall Street"
Posted on
21/10/2011 by boitempoeditorial


Cena
de "They live" (John Carpenter/1988)
Mike Davis, historiador e economista, autor de
Planeta Favela (Boitempo,
2006),
Apologia dos bárbaros: ensaios sobre o império (Boitempo, 2008) e Cidade de Quartzo: escavando o futuro em Los Angeles
(Boitempo, 2009) nos enviou texto
exclusivo sobre o movimento Occupy Wall
Street (Ocupe Wall Street), que
segue abaixo em tradução de Rogério Bettoni. Ao fim do texto,
o original em inglês.


"Quem poderia prever que
o Occupy Wall Street e sua proliferação ao estilo de uma planta selvagem
aconteceriam em cidades grandes e pequenas? John Carpenter previu. Há quase 25
anos (1988), o mestre do terror (Halloween, A coisa) escreveu
e dirigiu They Live [“Eles vivem”, no Brasil], retratando a Era Reagan
como uma catastrófica invasão alienígena. O filme continua sendo seu tour
de force. Aliás, quem poderia esquecer das primeiras cenas brilhantes em
que uma grande periferia terceiro-mundista é mostrada ao longo de uma autoestrada
e refletida pelos arranha-céus espelhados de Bunker Hill, em Los Angeles? Ou da
maneira como Carpenter retrata banqueiros milionários e ricos midiocratas
dominando a pulverizada classe trabalhadora dos Estados Unidos, que vive em
barracas numa encosta cheia de entulhos e implora por trabalhos casuais?
Partindo dessa igualdade negativa entre falta de moradia e
desesperança, e graças aos óculos escuros mágicos encontrados pelo enigmático
“Nada” (interpretado por Kurt Russell), o proletariado finalmente alcança a
unidade inter-racial, não se deixa enganar pelas fraudes subliminares do
capitalismo e fica furioso, extremamente furioso. Sim, eu sei, estou adiantando
as coisas. O movimento “Occupy the World” ainda procura seus óculos mágicos
(programa, demandas, estratégia e assim por diante), e sua fúria permanece
baixa, em estado gandhiano.
Mas, como previu Carpenter, arrancar um número suficiente
de cidadãos norte-americanos de suas casas e/ou carreiras (ou pelo menos
atormentar dezenas de milhões com essa possibilidade) para promover algo novo e
de grandes proporções é um movimento lento e cambaleante em direção ao Goldman
Sachs. E, ao contrário do “Partido do Chá” [Tea party], até agora não há fios
de marionete. Um dos fatos mais importantes sobre a revolta atual é
simplesmente que ela ocupou as ruas e criou uma identificação espiritual com os
desabrigados.
Para ser bem franco, a minha geração, educada no movimento
dos direitos civis, teria pensado em primeiro ocupar os prédios e esperar que a
polícia colocasse todos porta afora na base de cacetadas. (Hoje, os policiais
preferem spray de pimenta e “técnicas não letais”.) Em 1965, quando eu tinha
dezoito anos e participava da equipe nacional dos Estudantes para uma Sociedade
Democrática, planejei uma ocupação do Chase Manhattan Bank, “parceiro do
apartheid” por conta de seu papel central no financiamento da África do Sul
depois do massacre de manifestantes pacíficos. Foi o primeiro protesto em Wall
Street em uma geração, e 41 pessoas foram arrastadas de lá pela polícia.
Ainda acho que tomar o comando dos arranha-céus é uma ideia
esplêndida, mas para um estágio mais avançado da luta. Até o momento, a
genialidade do Occupy Wall Street é o fato de ter liberado alguns dos imóveis
mais caros do mundo e transformado uma praça privada em um espaço público
magnético e catalisador de protestos.
Nossa ocupação há 46 anos foi uma incursão de
guerrilheiros; a de agora é uma Wall Street sob o cerco dos liliputianos.
Também é o triunfo do princípio supostamente arcaico do cara a cara, da
organização dialógica. As mídias sociais são importantes, é claro, mas não
onipotentes. O sucesso da auto-organização dos ativistas – a cristalização da
vontade política a partir do livre debate – continua sendo melhor nos fóruns
urbanos da realidade. Dito de outra forma, a maior parte das nossas conversas
na internet equivale ao padre sendo ensinado a celebrar a missa; até mesmo
megasites como o MoveOn.com são voltados para um grupo que já sabe do que é
dito, ou pelo menos para seu provável grupo demográfico.
As ocupações também são para-raios, acima de tudo, para as
menosprezadas e alienadas tropas dos Democratas, mas, além disso, elas parecem
estar derrubando barreiras de geração, proporcionando as bases comuns, por
exemplo, para que os professores de meia-idade, ameaçados e que trabalham na
educação básica, troquem ideias com jovens graduados e empobrecidos.
De maneira ainda mais radical, os acampamentos tornaram-se
lugares simbólicos para reparar as divisões dentro da coalizão do New Deal impostas
nos anos do governo Nixon. Como observa Jon Wiener em seu impecável blog,
www.TheNation.com, “operários e hippies –
juntos, finalmente”. Evidentemente. Quem não se comoveria quando o presidente da
AFL-CIO, Richard Trumka – que trouxe mineiros de carvão para Wall Street em
1989 durante uma greve cruel, mas bem-sucedida, contra a Pittston Coal Company
–, convocou homens e mulheres cheios de energia para “montar guarda” no Zucotti
Park, apesar do esperado ataque da polícia de Nova York? Ainda que velhos
radicais como eu sejam propensos a declarar como messias qualquer
recém-nascido, essa criança tem o sinal do arco-íris.
Acredito que estamos vivenciando o renascimento das
qualidades que definiram de modo tão marcante as pessoas comuns da geração de
meus pais (migrantes e grevistas da Crise de 1929): uma compaixão generosa e
espontânea, uma solidariedade baseada em uma ética perigosamente igualitária:
Pare e dê carona a uma família. Jamais fure uma greve trabalhista, mesmo se sua
família não puder pagar o aluguel. Compartilhe seu último cigarro com um
estranho. Roube leite quando não houver para seus filhos e dê metade para as
crianças do vizinho (isso foi o que minha própria mãe fez repetidas vezes em
1936). Ouça atentamente aos sagazes e serenos que perderam tudo, menos a
dignidade. Cultive a generosidade do “nós”. O que quero dizer, suponho, é que
me sinto extremamente impactado por aqueles que se juntaram para defender as
ocupações apesar de diferenças significativas de idade, classe social e raça.
E, da mesma maneira, adoro as crianças corajosas que estão prontas para encarar
o próximo inverno e passar frio nas ruas, bem como seus irmãos e irmãs
desabrigados.
Mas voltemos à estratégia: qual o próximo elo na corrente
(no sentido de Lenin) que precisa ser apreendido? Até que ponto é imperativo
para as plantas selvagens formar uma convenção, assumir demandas programáticas
e, dessa forma, colocarem a si próprias no leilão das eleições de 2012? Obama e
os Democratas certamente, e talvez desesperadamente, precisarão de energia e
autenticidade. Mas é improvável que os “ocupacionistas” se coloquem à venda, ou
seu extraordinário processo de auto-organização. Pessoalmente, tendo para uma
posição anarquista e seus imperativos óbvios.
Primeiro, exponham a dor de 99%, levem Wall Street a
julgamento. Tragam Harrisburg, Laredo, Riverside, Camden, Flint, Gallup e Hooly
Springs para o centro financeiro de Nova York. Confrontem os predadores com
suas vítimas. Um tribunal nacional sobre o genocídio econômico.
Segundo, continuem a democratizar e ocupar produtivamente o
espaço público (isto é, reivindicar os bens comuns). O veterano historiador e
ativista Mark Naison, do Bronx, propôs um plano arrojado para transformar os espaços
degradados e abandonados de Nova York em recursos de sobrevivência (jardins,
áreas de acampamento, playgrounds) para desabrigados e desempregados. Os
manifestantes do Occupy em todo o país agora sabem como é ser desabrigado e não
poder dormir em parques ou numa barraca. Mais uma razão para arrebentar as
amarras e escalar os muros que separam o espaço não usado das necessidades
humanas urgentes.
Terceiro, fiquem atentos à verdadeira recompensa. A grande
questão não é subir os impostos dos ricos ou realizar uma melhor regulamentação
dos bancos. Trata-se de uma democracia econômica – o direito das pessoas comuns
de tomar macrodecisões sobre investimento social, taxas de juros, fluxo de
capital, criação de empregos, aquecimento global e afins. Se o debate não for
sobre o poder econômico, ele é irrelevante.
Quarto, o movimento deve sobreviver ao inverno para
combater o poder na próxima primavera. As ruas são frias em janeiro. Bloomberg
e todos os outros prefeitos e autoridades locais estão contando com um inverno
rigoroso para acabar com os protestos. Por isso é muito importante reforçar as
ocupações durante as férias de Natal. Vistam seus casacos.
Por fim, precisamos nos acalmar – o itinerário do protesto
atual é totalmente imprevisível. Mas se alguém erguer um para-raios, não
podemos nos surpreender caso caia um relâmpago.
Banqueiros entrevistados recentemente no The New York Times parecem considerar os protestos do Occupy pouco mais que
um incômodo baseado, segundo eles, numa compreensão rudimentar do setor
financeiro. Eles deveriam ser mais humildes. Na verdade, deveriam tremer diante
da imagem da carreta de munições. Quatro milhões e meio de empregos na
área industrial foram perdidos nos Estados Unidos desde 2000, e uma geração
inteira de recém-graduados encara agora a mais alta mobilidade descendente na
história do país. Desde 1987, afro-americanos perderam mais da metade de seu
patrimônio líquido; os latinos, inacreditáveis dois terços. Arruinar com o
sonho americano e com as pessoas comuns será extremamente prejudicial para
vocês. Ou, como Nada explica aos agressores imprudentes no excelente filme de
Carpenter: “Vim aqui para mascar chiclete e quebrar tudo… e meus chicletes
acabaram.”
--
Heitor Ney Mathias da Silva
Professor
da Fac. de Administração da UNISUAM;
Doutorando em Planejamento Urbano e Regional (UFRJ-Brasil);
Pesquisador Laboratório Espaço e Tecnologia (IPPUR-UFRJ).


Estágios do curso de ADM UNISUAM


Na turma do Prof. PAULO PELOSO, os trabalhos dos estágios 150 e 300 estão em fase avançada, com os alunos empolgados com o aprendizado das ferramentas utilizadas na fase de diagnóstico.
A empresa selecionada para o estágio é a ADVRJ – CRED - Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos advogados do estado do Rio de Janeiro, que tem como objetivo a prestação de serviços financeiros aos advogados cooperados, uma alternativa ao sistema bancário nacional, ofertando produtos e serviços bancários como por exemplo, captação de depósitos a vista e a prazo, conta corrente, cartão de crédito, concessão empréstimos, pagamentos de contas de terceiros sob convênio com instituições financeiras públicas e privadas, além é claro de aplicações financeiras.
Atualmente conta com 445 sócios advogados e com o trabalho do estágio 150 e 300, tem planos de crescer este número para mais de 1000 associados.
No início de setembro, em entrevista aos alunos o Diretor da ADVRJ – CRED, Sr. Mauro Araújo, (foto)forneceu as informações para o início dos trabalhos, que agora estão chegando ao fim com bastante sucesso.

O verdadeiro significado da participação em um projeto de extensão do curso de ADM UNISUAM

"O projeto “Encontro com os Pequenos Empreendedores" é uma parceria da UNISUAM com a CASTROL. Nele desenvolvemos um trabalho com os pequenos empreendedores do Complexo do Alemão. O objetivo desse projeto é dar suporte ao comerciante e ajudá-lo a aumentar sua capacidade de venda, tentando reter o cliente interno e ampliar sua capacidade administrativa. Esse projeto ampliou-me conhecimentos e práticas como: trabalho em equipe, relacionamento com grupos, falar em público, onde antes era minha dificuldade. É uma oportunidade de colocar em prática o que se aprende em sala de aula ao longo do curso. É uma oportunidade única, e me abriu portas para decisões do que querer para o futuro, e espero poder contrubuir cada vez mais nesse projeto, pois os que acreditaram estão tendo retornos satisfatório".
Juliane Vicente Ferreira Silva
Aluna do curso de ADM UNISUAM estágiaria do prof°. Miguel Marun

DISCUSSÕES DO NDE

Nesta semana, houve mais uma discussão do NDE (Núcleo Docente Estruturante) do curso de ADM UNISUAM. Nesta reunião, foram discutidas as novas orientações para o trabalho constante de aprimoramento do projeto pedagógico do curso, visando o próximo exercício em 2012.

EVENTO NESTA SEGUNDA-FEIRA!!!

Nesta segunda-feira, a coordenação de ADM UNISUAM, fará na unidade Bonsucesso, uma palestra para os pequenos empresários da comunidade Nova Brasília. Trata-se de uma iniciativa promovidad pelo projeto de extensão do curso 'projeto conexão-empresa-escola, coordenado pelo prof. Miguel Marun. Nesta terça, as fotos irão para o BLOG. Esta é mais uma iniciativa social deste curso. Acompanhando perfeitamente a política do Centro Universitário!!!

Palestras sobre Pós-graduação

Iniciou-se hoje pela manhã no Auditório Arapuan Motta, na Unidade Bonsucesso da UNISUAM, um rodada de palestras ministradas pela coordenação do curso de ADM UNISUAM, acerca do mercado de trabalho, formação continuada e pós-graduação.
O evento contou com alunos de diversos cursos, dentre eles, serviço social, ciências contábeis, estética, pedagogia e biologia.
O objetivo era apresentar ao aluno o sistema de funcionamento da pós-graduação no Brasil, suas vertentes e a importância de se buscar um aprimoramento contínuo.
Hoje às 19h, serão contemplados também, no mesmo local, os alunos do turno da noite.

VIII SEMANA ACADÊMICA DO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DA UNISUAM


Nesta última semana, dias 05, 06, 07, aconteceram nas cinco unidades da UNISUAM, os eventos referentes à oitava semana acadêmica do centro de ciências sociais aplicadas. O evento foi marcado por mesas redondas e presença maciça dos alunos. A coordenação participou de um grande debate no dia 06 acerca do desenvolvimento e o empreendedorismo. A mesa ainda reuniu, os professores Miguel Marun (empreendedorismo privado), a Dalva Figueiredo (atributos do empreendedor) e Maria Goretti (contexto do desenvolvimento social).
Já no dia 07 pela manhã, a coordenação de ADM UNISUAM, serviço social e jornalismo, promoveram um encontro público com os representantes da Lei Seca, a fim de que os alunos possam, cada um dentro de seu campo de conhecimento, compreender um trabalho social promovido pela gestão pública. O prof Carlos Alexandre foi entrevistado ao vivo, pela Rádio Fonte, com imagens na INTERNET.
Veja no Link:
http://www.livestream.com/radiofonte/video?clipId=flv_4fe7376b-572f-4819-8e14-1a7630c5e158

Reuniões de estágio 2011.2

Iniciaram hoje no NAE - núcleo de apoio ao empreendedor - da Unisuam, as reuniões com os grupos do estágio 150h e 300h. Os alunos estão iniciando os trabalhos com as ferramentas de gestão.

Os Profs de ADM UNISUAM se destacam cada vez mais

Desta vez foi o Prof. Paulo Wilton que publicou um ensaio muito interessante. A referência é:
CAMARA, P.W.C. Desmistificando a gestão estratégica. In Revista Sucesso Empresarial, Ano 06, No. 25. Rio de Janeiro: ACICG, 2011.

O texto:

Revista Sucesso / ACICG – AGO2011

DESMISTIFICANDO A GESTÃO ESTRATÉGICA NOS NEGÓCIOS

Este tema pegou carona na “Palavra do presidente”, penúltima edição (No. 23) da revista SUCE$$O, onde Guilherme fala em “Planejamento para atingirmos os objetivos”.
Assim, a idéia central é, de uma forma prática, lembrar que este modelo de gestão (estratégica) não está disponível apenas para grandes empresas com grandes estruturas. Ele pode (e deve!) ser utilizado por qualquer empresa em qualquer tipo de negócio, independentemente do seu tamanho, faturamento, mercado etc. Toda empresa possui uma gestão, boa ou não e no final, o que faz a diferença e demonstra uma boa gestão é o fato de que o esforço do trabalho é traduzido em resultados efetivos. E o segredo está nos modelos de administrar; podemos simplesmente “tocar o negócio” ou gerir de forma estratégica.

E o que é Gestão Estratégica em Negócios? Vamos ver duas situações hipotéticas, bastante resumidas.

SITUAÇÃO I
A empresa Alfa trabalha muito, está ligada nos seus concorrentes, esforça-se para vender seus produtos e/ou serviços e obtém resultados. Esses resultados são fruto do trabalho, claro, mas não estão “amarrados” em mais nada, aconteceram realmente em razão da carga de trabalho que a equipe empreendeu no mês, buscando mais clientes, realizando mais promoções etc. Para o próximo mês, a Alfa quer simplesmente mais. Mas o que foi feito, anteriormente, para que este “mais” aconteça? Aí, alguém responde: temos qualidade e bom atendimento! E eu pergunto: e os concorrentes, não? BEM, ESTE É O MODELO DE “TOCAR O NEGÓCIO”.

SITUAÇÃO II
A empresa Bravo também trabalha muito, está ligada nos seus concorrentes, esforça-se para vender seus produtos e/ou serviços e obtém resultados. Esses resultados são fruto do trabalho, claro, mas aí começa a diferença: os resultados da Bravo são mais consistentes, pois são resultado de um planejamento, ou seja, o ambiente de negócios é perfeitamente entendido, a empresa conhece suas forças e suas fraquezas, além – e principalmente – das oportunidades e as ameaças potenciais que o mercado apresenta. A partir daí, alguns objetivos foram definidos, os caminhos (estratégias) escolhidos, os planos de trabalho desenvolvidos, toda a empresa trabalha em uma única direção e nenhum funcionário tem dúvida do que é esperado do seu esforço. E toda a gestão da empresa encontra-se permanentemente “amarrada” a esta forma de viver, ou seja, estratégica. Ela pensa o seu futuro. ESTE É O MODELO DE GESTÃO ESTRATÉGICA.
* Paulo Wilton Camara é empresário, administrador e professor, especialista em Marketing e mestre em Gestão e Estratégia em Negócios.

Paulo Wilton Camara*

A UNISUAM SAI NA FRENTE MAISUMA VEZ PARA ATENDER SEUS ALUNOS!!!

Galera, olha só que oportunidade legal ,para você iniciar sua pós, de forma adiantada!!! Você vai ter o título de pós-graduado, antes de seus concorrentes que terão que esperar o final da graduação para procurar um pós!! PODE SER UM GRANDE DIFERENCIAL COMPETITIVO PRA VOCÊ!!


ALUNO FORMANDO SOMENTE INCIA O PAGAMENTO DAS PARCELAS DA PÓS EM JANEIRO.


O aluno formando em 2011-2 que desejar iniciar o seu curso de pós-graduação já em 8 de outubro de 2011, poderá fazer a sua matrícula, com autorização da coordenação de graduação, efetuar o pagamento da parcela de R$ 95,00 e as demais parcelas serão pagas somente no início do próximo semestre. A primeira 1/18 terá o seu vencimento em 10 de janeiro.

==> O PROCEDIMENTO: O aluno formando interessado em iniciar de imediato o seu curso de pós-graduação, deve procurar o seu coordenador, solicitar uma contagem de crédito com autorização do mesmo constatando que o aluno possui reais condições de terminar seus créditos da graduação ao final do atual semestre e fazer a matrícula normalmente pelo site. Depois de efetuado o pagamento dos R$ 95,00 o aluno deverá comparecer a Secretaria Geral, munidos da contagem de crédito e demais documentos para matrícula, onde a mesma vai ajustar o vencimento da primeira parcela da pós-graduação.

Desta forma o aluno terminará o pagamento da sua última parcela da graduação em dezembro e a primeira da pós será no mês seguinte.


PROCURE ACOORDENAÇÃO, OU EU OU O TIAGO VAMOS TE AJUDAR!!


email: administracao@unisuam.edu.br ou tlira@unisuam.edu.br


Você pode até vir assistir uma aula em um dos sábados , sem compromisso para entender como é que nossa pós e SHOW!!!

NO CURSO DE ADM UNISUAM, O ALUNO FAZ DE VERDADE!!!

Nesta quarta, dia 21 de setembro, mais um encontro envolvendo um empresário e uma turma - desta vez de estágio 300h - aconteceu na unidade Bonsucesso.
A empresa OLINOX, na figura de seu dono, Sr. Oliveira, como gosta de ser chamado foi sabatina pelos alunos, que a partir de agora iniciarão os trabalhos de processo e projetos de assessoramento, a fim de auxiliar o desenvolvimento desta empresa.

A Organização foi fundada em 1989, na Cidade do Rio de Janeiro, sendo especializada em Fixação de Aço Inox. Hoje, O Grupo Olinox, tem à disposição de seus clientes uma grande variedade de produtos que atendem as diversas necessidades do mercado industrial. Além de dispor da mais completa linha de ferramentas profissionais, ferramentas abrasivas, silicones, adesivos, fitas, acessórios náuticos e etc... A principal expertise e a revenda de produtos de excelente qualidade dos melhores fabricantes e com uma equipe formada por profissionais treinados.

Formação Continuada UNISUAM

Prezados Alunos (as),

A UNISUAM irá ministrar uma palestra para todos vocês, formandos 2011.2, para mostrar a importância da Continuidade dos Estudos na formação do profissional.

Segue o Tema da Palestra:

A Importância da Formação Continuada na vida do Profissional

Bonsucesso (manhã) – 18/10/2011 às 10hs às 11hs – terça-feira - Auditório Arapuan Motta

Bonsucesso (noite) – 18/10/2011 às 19hs às 20hs – terça-feira – Auditório Arapuan Motta


OBS: Venho lembrá-los que esta palestra é Gratuita e irá contar como horas de atividades complementares e, qualquer aluno, de qualquer curso, poderá se inscrever mediante vagas disponíveis.

São poucas vagas pessoal!

É muito importante para você aluno (a) que irá concluir o curso, assisti-la, garanto que você não vai se arrepender!

Atendimento Empresarial

Aconteceu hoje, na sede da TEAM NOGUEIRA, no Recreio dos Bandeirantes, mais uma reunião da equipe de estágio ADM UNISUAM, com a gerência daquela academia.

Em pauta, o andamento dos trabalhos e levantamento de informações adicionais...

Mais um empresário atendido no curso de ADM UNISUAM

Na última quarta-feira, mais um empresário foi atendido pelo grupo de alunos do curso de ADM UNISUAM em Bonsucesso.
O Sr. Douglas da empresa 25 de JULHO TRANSPORTES E REPRESENTAÇÕES LTDA, foi entrevistado pelos alunos da disciplina estágio 150h, que a partir de agora trabalham na solução de possíveis aconselhamentos empresariais!!

UNISUAM no ENCAD

A coordenação do curso de ADM UNISUAM, o Prof. Miguel Marun e os alunos do curso de ADM UNISUAM estiveram presentes no último ENCAD. Lá a discussão sobre o ensino da administração, bem como os rumos da profissão foram amplamente discutidos com novas tecnologias interessantes!!

Resultados condensados do seminário de pesquisa do curso de ADM UNISUAM

O curso de Administração da UNISUAM tem buscado, através da disciplina seminário de pesquisa, conhecer melhor a realidade da região da Leopoldina e principalmente do complexo do alemão – sua principal comunidade circunvizinha.

Alguns temas de pesquisa da ciência da administração, tais como: planejamento estratégico, tecnologias, capacidade de inovação, empreendedorismo social, comunicação organizacional, aperfeiçoamento profissional, dentre outros, tem sido temas recorrentes nas pesquisas realizadas pelos alunos naquelas comunidades empresariais.

Desta forma, alguns indícios já registrados por vários grupos da graduação, em semestres distintos de trabalho, podem começar a indicar, algumas possibilidades de pesquisa mais aprofundada que neste nível educacional.

Os apontamentos a seguir, são resultado de uma análise condensada dos trabalhos realizados pelos alunos do curso de Administração Unisuam, entre os anos 2010-2011, sem quaisquer interferências do organizador desta publicação.

De acordo com dados do SEBRAE 2010 e da PODERJ 2010, existem um total de 13.345 empresas nos bairros do Complexo do Alemão, Bonsucesso, Manguinhos, Olaria e Ramos. Deste número, estima-se (Informações socioeconômicas. TEM/RAIS 2008), algo em torno de 1.279 do setor industrial, 3.237 do comércio, 3512 do setor de serviços e 10 do setor agropecuário. Mesmo não se tendo o total, pode-se perceber que destas 7.978 empresas, a maior concentração dessas empresas é constatada no setor de serviços.


Com esses dados levantados, foram realizadas pesquisas por mais de 50 trabalhos da disciplina de seminário de pesquisa do curso de administração, obtendo-se entre 30 e 40 respostas de pequenas e médias empresas distintas (ramos de ferragens, tintas, lojas de departamentos, drogaria, pet shopping, descartáveis, papelaria, decorações, marmoraria, e casa de doces).

Pode-se apontar algumas tendências nos resultados destas pesquisas, bem como nas considerações finais, o que pode ser utilizado como dados iniciais para pesquisas em nível de pós-graduação, tanto nas especializações, quanto no mesmtrado em desenvolvimento local. Sem entretanto se esquecer do retorno destes dados às salas da graduação.


Alguns resultados recorrentes nas pesquisas realizadas pelos alunos:

1. Cerca de 73% delas incentivam seus funcionários a buscar aperfeiçoamento continuamente Entre 63% e 68% disseram que investem no treinamento/ desenvolvimento quando percebem necessidade (16% periodicamente e 16% na admissão) de seus colaboradores. Entre 32% e 37% disseram que não investem.


2. Entre 56% e 93% das empresas afirmam ter obtido grande melhoria após os treinamentos. E que o treinamento é um investimento válido com retorno.

2.1. As principais melhorias percebidas foram o aumento da produtividade com 40%, melhor desempenho na realização de suas atividades com 28% e aumento da criatividade com 12%. Apenas 20% não notaram diferença alguma.
2.2. A diminuição de rotatividade de pessoal foi destacada por 88% das empresas. 60% das pequenas empresas acham que oferecer treinamento aos funcionários é investimento e estimulam a busca pelo conhecimento.

3. Porém cabe ressaltar que nas entrevistas feitas com os empresários e gerentes de algumas empresas, foi relatado que alguns dos motivos destes não investirem em seus funcionários é que o investimento no aperfeiçoamento dos profissionais requer investimento financeiro, e que seus resultados não são vistos em curto prazo, logo isso faz com os mesmos busquem no mercado de trabalho, profissionais que possuem experiência na área em que atuam.

4. Entre 72% e 77% das empresas disseram que estão abertas as opiniões e críticas dos colaboradores, armazenam as opiniões dos colaboradores e 23% e 28% disseram que não, pois avaliam na hora e se não for válida e descartada imediatamente.

5. Cerca de 98% das empresas disseram manter seus colaboradores informados através dos meios de comunicação. Cerca de 67% utilizam os e-mails, seguido pelo quadro de avisos com 20%.

6. Na formação acadêmica:

6.1. Entre 10% e 60% das empresas exigem o ensino fundamental completo
6.2. Entre 27% e 55% exigem o ensino médio completo (tradicional, técnico ou especialização). Cerca de 20% ensino médio incompleto
6.3. Entre 15% e 27% exigem superior completo
6.4. Cerca de 72%, exigirem alguma experiência na função.
6.5. Cerca de 57% das pequenas e médias empresas acreditam no potencial dos seus colaboradores e não exigem experiência anterior na função como critério de seleção.
6.6. Cerca de 80% das empresas não exigem conhecimento em línguas estrangeiras para seus colaboradores.

7. Cerca de 82% das empresas disseram que ao cumprir as metas os seus colaboradores se sentem mais motivados, trabalham com mais confiança e tem maior credibilidade, e 18% disseram que isso não traz confiança e nem traz fidelidade de seus colaboradores.

7.1. Cerca de 55% dos empregados alegam estar completamente satisfeitos com a empresa, 30% estão satisfeitos e 15% alegam estar insatisfeitos.

8. Cerca de 91% das empresas afirmam disponibilizar todos os recursos necessários para o exercício da função. Mas no custeio dos treinamentos 53% oferecem coletivamente com busca e custeio da empresa utilizando aulas e demonstrações como métodos principais

9. Cerca de 80% das médias empresas oferecem oportunidade de crescimento aos funcionários qualificados. Entre 63% e 68% de pequenas empresas e dos empregados declararam que o aperfeiçoamento é um dos fatores de oportunidade para assumir novos cargos.

10. Cerca de 78% dos empregados declaram estar em crescimento, através do aperfeiçoamento profissional, buscando novas habilidades, enquanto 22% declaram estabilidade, portanto considerou-se que o desenvolvimento é satisfatório.

11. Cerca de 40% dos empregados disseram seu emprego lhes proporciona estabilidade, e 60% disseram que não.

12. Quanto ao fator que possui maior influencia na qualidade dos produtos/serviços oferecidos, temos as habilidades técnicas/qualificação com 77% como o principal contra apenas 3% que acreditam que os fornecedores não influenciam na qualidade.

13. Cerca de 47% dos colaboradores são contratados sem experiência, porem os mesmos tem que apresentar potencial para o cargo.

14. Cerca de 53% utilizam avaliação de desempenho semestralmente com 70% da frequência realizada.

15. Carca de 57% não utilizam nenhum tipo de recompensa pela criatividade ou idéias inovadoras.

16. Dentre as competências dos colaboradores a que representa maior importância para as organizações é a responsabilidade e integridade com 43%.

17. Cerca de 63% das organizações afirmam que seus colaboradores conhecem a missão, visão e valores de suas empresas.

18. Com relação à formação específica de administração, tem-se:

18.1. Cerca de 56% dos gestores entrevistados não terem esta formação, há uma crença que a experiência, acaba suprindo a necessidade da empresa até o momento.

18.2. Cerca de 56% destas empresas, especificamente, estão no mercado a mais de 10 anos e sobrevivem, 37% delas possuem empregados com conhecimento técnico (administração) apesar de considerarem que, quanto à escolha de um empregado, a experiência vale mais que a técnica, que se comparado com a dedicação, empatam 31% para cada uma.

18.3. Cerca de 44% das empresas possuem até dois empregados com conhecimento técnico (administração) nos cargos de departamento de pessoal, departamento financeiro, gerencia e diretoria. Portanto, observa-se que para cargos mais elevados é preferível confiar em um administrador, o qual a experiência é uma das exigências, mas não a mais importante, contradizendo a pergunta 6 de correlações.

18.4. Cerca de 56% das empresas concordam que há bons gestores em suas respectivas empresas. Sobre a contribuição que os gestores trazem para as empresas, 50% acreditam que com profissionais com conhecimento técnico em (Administração) elas crescerão e darão mais resultado.

18.5. Cerca de 62% dos gestores relatam que a falta de empregados técnicos pode prejudicá-los, e 37% reforçam, quando afirmam acreditar, ainda (não há necessidade), que o tempo de vida da empresa pode ser aumentado diante da existência de empregados técnicos (administração).

18.6. Cerca de 68% dos entrevistados acreditam que empregados com capacidade técnica, não necessariamente administrativa, são bons no que fazem, sendo 37% seguros ao falar que quando não há a técnica são somente regulares em suas respectivas tarefas.

Algumas considerações recorrentes nas pesquisas realizadas pelos alunos

1. Em relação ao desenvolvimento das pequenas e médias empresas na região da Leopoldina, pode-se observar que o aperfeiçoamento de seus colaboradores é de grande importância, pois o torna um agente de mudança econômico-social da região em que atua; a chance de sucesso da empresa são maiores; com o crescimento as empresas poderão exercer seu papel social como geradoras de empregos assim gerando renda e possibilitando maior empregabilidade.

2. Analisando os resultados, verifica-se que as pequenas e médias empresas na região da Leopoldina consideram o aperfeiçoamento profissional (treinamento) um investimento lucrativo, pois elevam o nível social e desenvolvem habilidades dos seus colaboradores, sejam elas intelectuais ou técnicas. As empresas que investem em treinamento aumentam a capacidade de seus colaboradores em realizar suas atividades com maior grau de qualidade, obtendo uma satisfação dentro do esperado junto aos seus clientes.

3. O aperfeiçoamento profissional traz mudanças importantes como o aumento da lucratividade através do aumento da produtividade, motivação dos funcionários (que se tornam capazes de produzir, criar e inovar) diminuindo assim a rotatividade. Diminui também os desperdícios e o tempo na execução das tarefas.

4. A maioria das empresas de pequeno porte, da região pesquisada quando da contratação de pessoal exigem no mínimo o ensino fundamental. Já as empresas de médio porte em sua maioria exigem nível médio e/ou superior, devido a necessidade de maior conhecimento na execução das tarefas. Tanto as pequenas como as médias empresas exigem experiência.

5. Há que destacar alguma contradição nos resultados apresentados que apontam que as empresas, em sua maioria, ainda tendem ao conservadorismo, não incentivando idéias inovadoras de seus colaboradores sem proporcionar investimentos em pesquisas de mercado, cursos de reciclagem e constantes buscas de atualizações de mercado.

5.1. O investimento no profissional, embora tenha sido constatado que este quando treinado e capacitado gera mais lucros para empresa ainda não é uma realidade total para as empresas de pequeno e médio porte. Na prática privilegiam lucros de curto prazo e investem pouco na formação de seu pessoal. Na pesquisa, diante dos dados coletados, existiram situações contraditórias entre a teoria e prática. Os autores defendem que as empresas não evoluem sem profissionais com conhecimento técnico (administração), mas na prática (o dia-a-dia empresarial) o essencial para essas organizações é um profissional com experiência de mercado.
5.2. A maioria das empresas entrevistadas tem ideia de como o conhecimento técnico (administração) pode impactar positivamente na gestão de seus negócios, porém, poucos são os que realmente concedem espaços para empregados com este conhecimento, pois eles são o passado, o presente e o futuro representado por um profissional que trabalha em prol das necessidades e expectativas da empresa.

Recrutamento de alunos para os projetos de extensão do curso

O curso de ADM UNISUAM está recrutando alunos e ex-alunos para o trabalho nos projetos de extensão do curso "assessorias empresariais" com o Prof. Paulo Wilton e "conexão empresa-escola" com o prof. Miguel Marun. Os interessados devem procurar os professores, a coordenação ou encaminhar seu interesse por e-mail (administracao@unisuam.edu.br).
É uma grande oportunidade de crescimento e aperfeiçoamento profissional!!!

Resultados condensados do seminário de pesquisa

O curso de ADM UNISUAM tem buscado, através da disciplina seminário de pesquisa, conhecer melhor a realidade da região da Leopoldina e principalmente do complexo do alemão – sua principal comunidade circunvizinha.

Alguns temas de pesquisa da ciência da administração, tais como: planejamento estratégico, tecnologias, capacidade de inovação, empreendedorismo social, comunicação organizacional, aperfeiçoamento profissional, dentre outros, tem sido temas recorrentes nas pesquisas realizadas pelos alunos naquelas comunidades empresariais.

Desta forma, alguns indícios já registrados por vários grupos da graduação, em semestres distintos de trabalho, podem começar a indicar, algumas possibilidades de pesquisa mais aprofundada que neste nível educacional.

Os apontamentos a seguir, são resultado, exclusivamente, de uma análise condensada dos trabalhos realizados pelos alunos do curso de Administração Unisuam, entre os anos 2010-2011, sem qualquer interferência do organizador deste texto. Os resultados completos, podem ser vistos nos artigos gravados na base de dados específica da Unisuam. Alguns destes artigos serão publicados em caderno específico durante o ano de 2012.

De acordo com dados do SEBRAE 2010 e da PODERJ 2010, existem um total de 13.345 empresas nos bairros do Complexo do Alemão, Bonsucesso, Manguinhos, Olaria e Ramos. Deste número, estima-se (Informações socioeconômicas. TEM/RAIS 2008), algo em torno de 1.279 do setor industrial, 3.237 do comércio, 3512 do setor de serviços e 10 do setor agropecuário. Mesmo não se tendo o total, pode-se perceber que destas 7.978 empresas, a maior concentração dessas empresas é constatada no setor de serviços.

Com esses dados levantados, foram realizadas pesquisas por mais de 50 trabalhos da disciplina de seminário de pesquisa do curso de administração, obtendo-se entre 30 e 40 respostas de pequenas e médias empresas distintas (ramos de ferragens, tintas, lojas de departamentos, drogaria, pet shopping, descartáveis, papelaria, decorações, marmoraria, e casa de doces etc).

Pode-se apontar algumas tendências nos resultados destas pesquisas, bem como nas considerações finais, o que pode ser utilizado como dados iniciais para pesquisas em nível de pós-graduação, tanto nas especializações, quanto no mesmtrado em desenvolvimento local. Sem entretanto se esquecer do retorno destes dados às salas da graduação.

Alguns resultados recorrentes nas pesquisas realizadas pelos alunos:

1. Entre 60% e 70% das empresas não utilizam o planejamento estratégico. Os resultados da pesquisa podem indicar que das 13.345 empresas da região analisada, aproximadamente 7.607 empresas, não utilizam o planejamento estratégico uma ferramenta fundamental para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das empresas. Alguns trabalhos dos alunos apontam para uma questão cultural (aqui no sentido de hábito mais conhecimento), por entenderem que planejamento estratégico deve ser feito por empresas de grande porte, sem ao menos entender que planejamento independe de seu tamanho ou de seu segmento, sem a preocupação com o futuro de seu estabelecimento, deixando de utilizar as ferramentas necessárias para seu desenvolvimento e crescimento.


2. Das empresas entre 30% e 40% que dizem possuir planejamento estratégico, 47% não buscam acompanhá-lo constantemente e 64% já fizeram mudanças nele. O planejamento verificado é, normalmente, informal. Não utiliza todas as ferramentas, por tratar de técnicas específicas e difíceis de serem utilizadas por parte do efetivo da empresa. Faltam pessoas qualificadas para fazer tal planejamento. O pouco de planejamento que existe é limitado e não alcança uma visão de futuro. A forma de funcionamento é mais inconsistente, tendo o ambiente competitivo como uma ameaça, frente ao ritmo acelerado de alterações nos processos e das informações nas suas mais diferentes fontes.


3. Cerca de 73% das empresas pesquisadas resistem a mudanças e tem medo de novas ideias.

4. Cerca de 83% buscam identificar as ameaças e as oportunidades do mercado de sua região.

5. Cerca de 70% das empresas não buscam conhecer seus clientes e concorrentes.

6. Cerca de 70% das empresas acham que seus funcionários não estão totalmente capacitados e motivados para desempenhar suas funções e precisam melhorar.

7. Cerca de 43% relataram que a comunicação interna de seus funcionários pode melhorar.

8. Cerca de 27% das empresas não acham importante ter um feedback de seus clientes.

9. Cerca de 70% das empresas pesquisadas não atualizam seus meios de comunicação de acordo com o avanço da tecnologia.

10. Cerca de 71% das empresas da área de serviços citaram que a qualidade no atendimento é um dos fatores que mais contribui para o sucesso das organizações;

11. Cerca de 55% das empresas responderam que a clareza dos objetivos e inspiração de confiança e dar confiança aos seus clientes são fatores primordiais para o sucesso dessas.

12. Cerca de 66% das empresas conhecem seus pontos fortes e afirmaram que estes, são diferenciais perante seus concorrentes

13. Cerca de 34% desconhecem os fatores determinantes para o sucesso, a partir da percepção de que todas as empresas conhecerem suas fragilidades e nenhuma atua de maneira a corrigi-las.

14. Cerca de 55% das organizações elaboraram uma missão, mas quando perguntadas sobre o conhecimento da real existência da empresa, quase todas não souberam informar e 44% desconhecem as mesmas.

15. Cerca de 73% das empresas descreveram como a melhor identificação com seu futuro pretendido, a expansão da marca.

16. Cerca de 55% responderam não ter conhecimento e comprometimento para o alcance dos objetivos.

17. Dos fatores que prejudicam seus negocio:
17.1. 50% apontam a carga tributaria;
17.2. 13% apontam a infraestrutura local;
17.3. 11% apontam a mão de obra desqualificada;
17.4. 11% apontam a falta de recursos financeiros;
17.5. 9% apontam a violência e,
17.6. 6% apontam outros fatores.

Algumas considerações recorrentes nas pesquisas realizadas pelos alunos

A área da Leopoldina apresenta um cenário onde o comércio de bairro fica bem caracterizado pelos pequenos e médios empresários. A presença de lojas de grandes marcas e grande porte, se colocados em proporção ao grande comércio da região, são poucas e com isso a diferença fica bem evidente não só na capacidade de investimento, quanto na forma como conduzem seu negócio. Em alguns casos, o sucesso ou o fracasso da empresa fica bem claro na falta de um planejamento adequado.

A pesquisa de campo constatou que, 60% das empresas em torno do Complexo do Alemão, têm dificuldades em crescer e se desenvolver, devido a alguns fatores como a falta de planejamento adequado, de conhecimento na área de gestão e de capital para investir.

Os resultados apontam que apesar da maioria dos comércios entrevistados considerarem muito importante seu ambiente mercadológico, ainda é limitado o número de comércio que elabora o planejamento estratégico, ou quando o têm, não é estruturado e contínuo.

Alguns empresários acusam que a grande responsável pelo fechamento das pequenas e médias empresas, seria a situação econômica do País; com os juros altos, com aumento da inadimplência, o governo na intenção de controlar os gastos da população limitando as possibilidades de empréstimos, queda de poder aquisitivo, entre outros.

Os problemas acarretados pela falta do planejamento, que ocorreu na maioria das empresas pesquisadas, não foram suficientes para que as mesmas pudessem ter uma compreensão de suas limitações e concordância sobre certos fatores básicos de implantação de um planejamento estratégico.

A maioria das empresas não planeja um caminho a percorrer para o crescimento e o desenvolvimento. Apenas sobrevivem no mercado e não tem uma visão ampla do negócio, porém, estas empresas poderiam utilizar o planejamento estratégico para seu crescimento e desenvolvimento.

Pode-se observar também nas entrevistas que, a qualidade dos produtos e serviços, foi citada por diversas vezes como diferencial das organizações, mesmo esta não representando hoje mais um diferencial, mas uma obrigação mínima.

A falta de capacitação profissional dos gestores e colaboradores das organizações, à falta de metas e estratégicas futuras, associado fato de seus valores e missão não estarem bem definidos, tem levado essas empresas (entre 60-70%) do entorno do complexo do alemão ao insucesso.

Por fim, a maior parte das empresas pesquisadas não conhece o processo de elaboração de planejamento estratégico, gerenciando sua empresa apenas com seu feeling e aguardando que as coisas aconteçam, com isso acabam não obtendo qualquer tipo de crescimento e desenvolvimento.

Depoimentos de ex-alunos

Mais depoimentos de ex-alunos foram publicados no BLOG. Todos que mandam, são incluídos!! Mande o seu!!

Resultados dos seminários

Entre hoje e amanhã sairão, aqui no BLOG, alguns resultados condensados dos seminários de pesquisa do curso de ADM Unisuam!! Aguardem!!

Registro Profissional

A coordenação de ADM UNISUAM está realizando um trabalho específico de registro dos estudantes de administração no conselho regional desta profissão.

O assistente do curso, Tiago Romão, tem visitado as turmas em um esforço de mobilização para o registro.

Atendimento empresarial

Aconteceu hoje na Sede da UNISUAM em Bonsucesso, o segundo encontro desta instituição com a  academia TEAM NOGUEIRA: http://pt-br.facebook.com/pages/Team-Nogueira-Rio/173723739319751


O grupo de trabalho contou, além do Sr. Paulo Vítor Motta, com a própria equipe da academia, os profs Luis Felipe (diretor de ensino-pesquisa e extensão), Sandra (NAE), Paulo Wilton (projeto de extensão do curso de ADM assessorias do NAE) e Carlos Alexandre (coordenador do curso de ADM UNISUAM).


O objetivo é, juntos, criar um plano de expansão e desenvolvimento da marca da academia!!


Hoje a pauta do encontro foi o diagnóstico empresarial para o início de um modelo de negócios ajustado à realidade empresarial brasileira!!

Coordenação de ADM UNISUAM participa de trabalho da disciplina de pesquisa jornalística

O professor Carlos Alexandre foi entrevistado pelos alunos de administração que fazem a disciplina de Pesquisa jornalística do curso de comunicação social, habilitação jornalismo como Eletiva. A matéria era relativa aos desafios da gestão pública face ao mundial de futebol de 2014 e às olimpíadas de 2016. Em breve o conteúdo das entrevistas estará disponível para vocês conferirem!!

CONSULTORIA ON-LINE SOBRE NEGÓCIOS

ESCOPO / OBJETIVO
Trata-se de um serviço gratuito de orientação empresarial, disponibilizado por meio da internet. Tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre gestão empresarial com agilidade, qualidade e facilidade de acesso. É uma extensão / complementação de serviço já disponibilizado nas unidades de Bonsucesso e Campo Grande, de forma presencial.
Com o serviço on-line, será possível o atendimento imediato a todas as unidades.

PÚBLICO-ALVO
Toda a comunidade acadêmica.

ÁREAS DE ATENDIMENTO
Administração e Ciências Contábeis.

COMO PARTICIPAR
As consultas deverão ser realizadas pelo e-mail: paulocamara@unisuamdoc.com.br e serão respondidas em até 72 horas.

Não há número limitado de consultas por pessoa.

INSS + UNISUAM?? serviços de utilidade pública??

Na última sexta-feira, a direção de ensino-pesquisa e extensão, prof. Luis Felipe Reis, a coordenação de ADM UNISUAM, estiveram reunidos com representantes do INSS a fim de discutir formas de operacionalizar um programa de educação com vistas a aposentadoria dos milhares de jovens profissionais que a todos os dias frequentam aquele centro universitário. Para o INSS, uma grande oportunidade de trabalhar em uma grande comunidade, uma nova ótica institucional. Para a UNISUAM, mais uma possibilidade de atender sua comunidade!! Caso se consiga fechar uma parceria, será mais uma vez a UNISUAM apoiando o desenvolvimento de sua localidade e das pessoas nela inseridas!!!

Estágio de ADM

Nesta última semana, a coordenação do curso de ADM UNISUAM recebeu no NAE, o sr. Frederico Mendes, presidente da Cooperativa de Crédito dos Advogados do Rio de Janeiro. O curso, através de seus alunos, trabalhará, nas disciplinas de estágio 150h e 300h, projetos para apoio à gestão daquela instituição, sob a supervisão dos prof. Carlos Alexandre e Paulo Peloso. Para compreender mais sobre a empresa a ser atendida pelo curso, visite o link:
http://www.advrjcred.com.br/

Formatura Unisuam

Na última quinta-feira, aconteceu no Ribalta (Barra da Tijuca) a formatura 2011 - primeiro semestre - dos cursos do centro de ciências sociais aplicadas da UNISUAM. Na cerimônia estiveram presentes o diretor de operações acadêmicas, prof. Enilton Menezes, o coordenador do curso de direito, prof. Antônio Carlos, o coordenador do curso de marketing e da pós-graduação, prof. Ricardo Machado, o coordenador do curso de comunicação social, prof. Ovídio Mota, a coordenadora do curso de serviço social, profª Ana Maria, o coordenador do curso de administração, prof. Carlos Alexandre, o coordenador do curso de ciências contábeis e economia, prof. Sérgio Barbosa, além da prof. Tânia Ribeiro. Parabéns aos formandos por toda a dedicação, força e a conquista merecida!!

BEM-VINDOS ALUNOS E PROFESSORES!!!!!!

Teve início na semana passada o segundo semestre de 2011. Que todos sejam bem-vindos e tenhamos mais um semestre de trabalho sério, honesto, com grande sacrifício, mas grandes vitórias!!!

Reunião de preparação para 2011.2



Neste último sábado, os professores do curso de administração, o Núcleo docente estruturante (NDE) e o colegiado do curso se reuniram a fim de discutir o curso, principais dificuldades encontradas no último semestre, formas de implementar melhorias, ajustes no projeto pedagógico, bem como para preparar o próximo semestre.
Na oportunidade os relatórios dos trabalhos desenvolvidos pelo NDE foram apresentados para ciência do colegiado e dos demais professores.
O curso de administração da UNISUAM tem feito um esforço muito grande no sentido de buscar um posicionamento de liderança em nosso estado e destaque no Brasil!!
Da reunião também participaram dois alunos que representam todo alunado, trazendo sua visão acerca da condução do curso.

O Projeto de extensão supervisionado pelo Prof. Paulo Wilton: Assessorias no NAE, tem levado os alunos a trabalharem diretamente na solução de problemas organizacionais, através do atendimento às empresas da comunidade empresarial local!!

LEITURAS SOBRE COMPORTAMENTO E AÇÃO: Episódio #04 - O outro x O outro

 O que te torna próximo de alguém, afinal — a distância que separa duas pessoas, o quanto elas dividem grupo, sobrenome, empresa, time, corr...